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BOMBA: São Gonçalo corre o risco de perder recursos da UBS do Santa Terezinha

Uma placa instalada no terreno próximo ao mercado público de São Gonçalo do Amarante tem chamado a atenção de quem passa pelo local. Nela, constam as datas de início e término da obra de construção da unidade básica de saúde do bairro Santa Terezinha. Pela placa, a obra deveria ter sido iniciada no dia 21.11.2022 e o término previsto para 14.02.2024, mas até agora os serviços não começaram.

O estranho nesse caso é que foi feita uma busca no portal da transparência da prefeitura sobre o contrato da obra, as planilhas e qual a empresa ganhadora da licitação e não apareceu esses registros. Mas o Alerta apurou que existe uma ordem de serviço assinada pela secretária de saúde, Aldenisia Albuquerque, no dia 08 de dezembro de 2022, no valor de R$ 1.678.367,87. Os recursos foram destinados pela senadora Zenaide Maia, através de emenda parlamentar. Já se passaram 4 meses da emissão da ordem de serviço e até agora nada de obra.

De acordo com informações obtidas pelo Alerta, o município está em atraso com os prazos de execução da obra junto ao ministério da saúde e corre o risco de perder os recursos se não houver medição da obra até o próximo mês de junho/2023. COM A PALAVRA A GESTÃO ERALDO PAIVA!
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INTER TV REVELA A INCOMPETÊNCIA E IRRESPONSABILIDADE DA GESTÃO ERALDO PAIVA NA FALTA DE MEDICAMENTOS

“A prefeitura de São Gonçalo do Amarante reconhece que, no momento, não tem medicação suficiente para todos os usuários que precisam do SUS para fornecer medicações”. Foi com essas palavras que o repórter Pedro Trindade finalizou a participação ao vivo que fez em São Gonçalo, hoje, mostrando a falta de remédios e insumos nas unidades básicas de saúde.

O que mais intriga nessa história é que após o incêndio criminoso o município recebeu doação de 160 mil itens de medicamentos e insumos da Secretaria Estadual de Saúde e mais caixas e caixas e medicamentos do Ministério da Saúde. Na época, o prefeito Eraldo Paiva fez um ato político para comemorar. Misteriosamente, a secretaria municipal de saúde não presta contas de como e para onde foram distribuídas essas doações.

Outra pergunta sem resposta é por que a prefeitura de São Gonçalo contratou a empresa LINUS para gerenciamento e distribuição de remédios pelo valor de quase R$ 2 milhões se não existem medicações disponíveis no município?

O repórter da Inter TV Cabugi ainda apurou junto à UNICAT que depois da remessa de 160 mil itens enviados para São Gonçalo, o município não fez nenhuma solicitação e nem informou o desabastecimento das farmácias das UBS. Parece que a gestão Eraldo está brincando com a saúde da população do município.